sábado, 25 de junho de 2016

A Segunda Carta aos Coríntios, capítulo 3.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

“Sabei que aquele que converter a um pecador de seu caminho errado, salvará a sua alma da morte dele e cobrirá uma multidão de pecados”.  Tiago, 5.20.


Antes de entrar no mérito de 2 Coríntios, capítulo 3, vamos a alguns preâmbulos necessários para completo entendimento:


“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Decretos do Senhor em Oséias, 4.6.

Hoje, início do século 21, na certa tudo orquestrado por Satanás, notamos que a maioria do povo tenta buscar a Deus nas Escrituras, mas na verdade é fora das Escrituras pela forma equivocada como se apresentam. Algumas “crenças” usam o Evangelho de acordo como lhes interessa, pois misturam a Palavra de Deus com todo tipo de preceitos humanos do modo como lhes convém, e uma parte propaga isso como Verdade.

No passado, ao longe, pois fui pelo Senhor Deus convertido em 1989, e  cinco anos depois comecei a escrever sobre preceitos bíblicos,  mas se bem que depois de muito estudar as Escrituras, de muito meditar e raciocinar, um capítulo bíblico teimava em me tentar: eu não tinha nenhum prazer em ler 2 Coríntios, capítulo 3, pois julgava que o apóstolo Paulo agredia o Decálogo colocando-se contra Jesus, mas hoje eu me regozijo enormemente de ler, e muito agradeço ao Senhor por isso, pois ele atendeu as minhas insistentes preces, da melhor maneira possível, concedendo-me a sabedoria, o entendimento bíblico e, hoje, posso interpretar a contento 2 Coríntios, capítulo 3.

Antes eu me perguntava: O apóstolo Paulo poderia estar se referindo ao Decálogo como escravo, maldito e mortal? Como poderia ser uma coisa dessas, já que pela imensa importância do Decálogo para a Humanidade, Deus fez questão de ESCREVER PESSOALMENTE e ainda se preocupou em fundir suas leis nas Rochas Sagradas para obediência e para que nunca se apagassem?

Ora, se Paulo estivesse se referindo às leis de Deus, as do Decálogo, ele teria sido um mero incoerente, mesmo estando inspirado pelo Espírito Santo de Deus, pois Está Escrito que Paulo guardava todos os mandamento do Decálogo, como também o do sábado, então, como não há possibilidade alguma de Paulo ser incoerente, 2 Coríntios, capítulo 3 não está condenando as leis de Deus, mesmo que aparente isso.

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

E. já sabendo que DEUS NUNCA MUDA em suas promulgações à Humanidade (1 Pedro 1:24. e Malaquias 3:6), jamais poderia voltar atrás em suas leis cravadas a fogo, publicadas e propagadas à humanidade, as colocações contra as leis em 2 Coríntios capítulo 3 me incomodavam, pois lendo-se ao pé da letra aparenta que Deus mudou em suas promulgações (impossível). Depois disso, comecei a estudar o apóstolo Paulo de modo a inteirar-me suficientemente de todas as suas colocações a respeito das 10 leis de Deus e notei que Paul repetiu, por várias vezes, sendo as leis do Decálogo perpétuas e até se declarou escravo das leis de Deus:


“Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.


Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  1 Pedro 1:24.

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías 30:8.



Intrigava-me o fato de Paulo ter nos exortado à fiel obediência ao Decálogo, às Dez Leis, assim como Jesus o fez em Mateus, 5.17 a 37 e, ainda sem entendimento, por falta de meditação, de raciocínio e de comparação específica para o capítulo 3 da Carta aos Coríntios, ainda não conseguia atinar que o apóstolo Paulo jamais poderia falar uma só palavra contras as Leis de Deus, pois a defendera até a sua morte.

Saulo, depois Paulo, antes de seu inefável chamado por Jesus, cumpria à risca as leis antigas que escravizavam, amaldiçoavam e até matavam (que só vigoraram até João, Lucas 16:16)  pois não tiveram lugar no Evangelho) ACREDITANDO NISSO como Verdade de Deus. 

 Mesmo arrasando as comunidades cristãs, prendendo e até aprovando mortes, assim como aprovou a execução de Estêvão, Saulo foi chamado por Deus à Conversão por que o Senhor necessitava de um valente guerreiro, fidelíssimo ao que realmente acreditava, à sua tradição, como de fato o foi Saulo com nota cem, para que dentre os evangelistas tivesse um guerreiro da fé que sem temor se lançasse a terras bravias, dos furiosos, na evangelização aonde os apóstolos comuns não conseguiriam.

Pelas peregrinações ás terras bravias dos ferozes, Paulo confessa que quase foi morto:


“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos”.  2 Coríntios 1:8
“...em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo. Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;  Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez”.   O apóstolo Paulo, em 2 Coríntios 11:23-27.
Aprecio bastante filmes sobre temas bíblicos como Ben-Hur e Os Dez Mandamentos, ambos com o ator Charlton Heston, ambos espetaculares, mesmo que em todos os filmes com temas bíblicos há acontecimentos exibidos que não constam inteiramente nas Escrituras, como no caso dos Dez Mandamentos que floriram o tempo em que Moisés viveu no Palácio do Faraó como verdadeiro príncipe, desde a sua mocidade, não registrado nas Escrituras, mas nada que afetasse a Verdade de Deus a respeito de Moisés.  Mas todas as vezes que assisti a filmes que tivesse a participação do apóstolo Paulo, em me decepcionei com os argumentistas dos filmes, pois colocaram atores interpretando Paulo, bonzinhos, água com açúcar,  andando como se estivessem encurvados.  

Ora, o que pretendo dizer é que Saulo foi escolhido por Deus porque era um guerreiro na plena acepção da palavra. Devia ser forte, alto, de peito pra frente, com porte de guerreiro, queixo levantado, pois sempre havia sido comandante de seu exército que perseguia e executava cristãos da fé, e não um coitadinho como se vê nos filmes.

O Senhor Deus escolheu Saulo, justamente por isso, mas também porque ele sempre fora fidelíssimo à religião de seus pais, coerente consigo mesmo e perseguia com garra, sem cessar, a todos os da "Seita do Nazareno" com a PLENA CONVICÇÃO DE QUE AGIA SOB A ORIENTAÇÃO DE DEUS PAI. Então, Saulo foi escolhido justamente por ser COERENTE nas suas ações,  mas depois de convertido por Deus Pai, foi abençoado com todo o entendimento, tanto que está escrito que, em termos de evangelização, rendeu mais que todos os apóstolos juntos. E um de seus entendimentos básicos, fundamentais, indispensáveis, foi a grandiosa importância que passou a ter das DEZ LEIS DE DEUS, escritas por ele próprio, cravadas nas Rochas Sagradas do Monte Sinai para que nunca se apagassem: 

Eis o Paulo já dotado de toda a sabedoria possível de ser brindada por Deus a um mortal, EXALTANDO AS LEIS DO MONTE SINAI, escritas e propagadas pelo próprio Deus e Senhor:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.
  Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis devidamente publicadas e propagadas não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei a respeito pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Paulo, em Romanos, 13.8

“Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos, e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16.25.

Entendo como puro farisaísmo religioso o fato de o cristão ignorar que Paulo ressaltou a imensa importância do Decálogo, como acima Está Escrito, e de  não procurar entender o porquê da revelação em 2 Coríntios, capítulo 3 que, sem buscar o mérito da pregação em si, pois se visto ao pé da letra faria de Jesus e do Espírito Santo de Deus meros incoerentes.

É fácil perceber que no Grande Dia de Jesus ninguém poderá ser julgado se leis não existissem, indispensáveis na conduta do cristão, assim também como ninguém poderia ser encarcerado se não houvesse o Código Civil.

“Porque para com Deus não há acepção de pessoas.  Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados. Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Romanos, 2.12.

Se na religião da graça e da liberdade não houvesse leis, por qual código de conduta os ímpios seriam julgados? Não tem lógica a propalada degradação do Decálogo, pois são as Dez Leis que equilibram, de fato, as relações entre Deus e o homem e vice-versa. Amar a Deus e ao próximo NÃO revela o teor do preceito na sua íntegra, pois na degradação do Decálogo poderíamos fazer imagens, venerá-las; invejar o vizinho rico e por aí afora, pois isso NÃO estaria devidamente identificado no coração do homem como faltas proibidas por Deus,  de modo a não deixar dúvidas, como tem de ser. Por isso as leis como foram criadas, estabelecidas e propagadas são fundamentais na busca da salvação.

Mas, quanto a 2 Coríntios, capítulo 3,  enfim, pela Graça do Senhor, veio a mim a lógica e cristalina explicação, fazendo-me, primeiramente, entender perfeitamente que Deus nunca pode mudar, nem voltar atrás em suas promulgações, haja visto que em Gênesis promulgou castigos a Adão e Eva com consequências para todos nós e, mesmo após a vida do Jesus do Amor e da Bondade, nada mudou e os castigos promulgados em Gênesis ainda respingam até hoje em nós outros. 

Para bem entender isso, nem o Jesus que se emocionava, chorava vendo a pobreza humana, mas nem ele, o Filho de Deus, tentou, pelo menos, amainar as dores do parto, porque sabia que o Pai jamais voltaria atrás em suas promulgações, e o mesmo acontece com suas dez Leis promulgadas á Humanidade. Refiro-me à humanidade e não somente aos israelitas, porque Está Escrito que Deus não faz diferença de pessoas, pois todas são iguais perante ele. Sobretudo, em Efésios 2:14 Está Escrito que a parede que nos separava dos israelitas, hoje judeus, FOI DERRUBADA.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

O apóstolo Paulo guardava, pela obediência a Deus Pai -- fazendo a VONTADE DELE, como consta no Pai Nosso --, TODOS OS MANDAMENTOS, sem faltar o Quarto Mandamento, o do sábado, objeto de fuga da maioria dos pastores evangélicos.   Vamos provar, no Evangelho,  essa colocação?

Há vários exemplos de Jesus e de sua Igreja Primitiva santificando o sábado, mas, por hora, como estamos nos referindo a Paulo, notem que décadas após a ressurreição de Jesus, ele  levando toda a sua Igreja a louvar aos sábados:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. de Paulo As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4. 

Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos como Está Escrito, - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

E existem desinformados ou fariseus modernos que defendem que o apóstolo Paulo guardava os domingos, apenas fundamentados em suposições de duplas interpretações, que por isso mesmo fogem da Verdade.  Ver detalhes em meu blog:
Elaborei um arquivo completamente esclarecedor da Verdade de Deus acerca de Sábados ou domingos. Vale a pena conferir:



Então, como mostramos e provamos que o apóstolo Paulo JAMAIS citaria preceitos contraditórios ao Decálogo, pois mostrei, pelo Evangelho, que ele defendeu criteriosamente as Leis de Deus, TODAS AS DEZ, e como ele jamais foi um incoerente quanto á Verdade de Deus, a Segunda Carta aos Coríntios não pode ser interpretada, DE MODO ALGUM, contendo preceitos que desmereçam as 10 leis de Deus. Vamos então ao raciocínio lógico:

Como sempre alerto aos incautos, na leitura e entendimento do Evangelho de Paulo, que é um grande erro apegar-se a preceitos isolados, principalmente na Carta ais Gálatas e Efésios, capítulo 2, pois é absolutamente imprescindível atentar-se para o que nos revela o contexto por inteiro da pregação do evangelista, senão o entendimento fica prejudicado.  Em ambos os casos Paulo se posiciona contra as leis, mas basta ler o contexto por inteiro para perceber, facilmente, que ele se referia às leis antigas e retrógradas que não tiveram lugar no Evangelho, e em ambos o caso são citadas a antiga lei da Circuncisão da carne, lei retrógrada, abolida definitivamente no capítulo 15 de Atos.

A Carta aos Gálatas, que foi dividida pelo homem em seis livros, formam uma só pregação de Paulo contra as ordenanças e obras da carne provindas da tradição israelita, que um grupo dos gálatas pretendia que continuassem a sua validade, também no Evangelho, assim, também, no contexto por inteiro de 2 Coríntios, capítulo 3, nos revela que Paulo se dirigia ao seguimento judeu que ainda NÃO havia aceitado a Jesus como o Verbo Vivo de Deus, com uma Nova Mensagem que se posicionava contra as antigas leis defendidas pelo tal grupo rebelde de gálatas.

Em 2 Coríntios 3, Paulo se dirigia e se dirige ainda hoje àqueles que renegaram a Jesus como o Redentor da Humanidade e, apesar de Jesus ter, de sobra, legitimado ser o Filho de Deus Vivo, os judeus não aceitavam que o Messias viesse na pessoa do filho de um carpinteiro, na humildade máxima e, por pensar assim,  aguardavam e ainda aguardam um Messias que teria de nascer rei mundano, e com grande poder para que pudesse expulsar os invasores romanos que ocupavam a Judeia havia quase 100 anos e que levasse e ainda leve os israelitas, hoje judeus, ao mais alto patamar da glória. Na época livrando Israel da ocupação da Judeia pelo Império Romano.

Portanto, se lermos cuidadosamente II Coríntios, capítulo 3, do verso 3 ao 18, notaremos, facilmente, que Paulo mostra que NÃO haverá salvação na eternidade para aqueles que ainda teimam em cobrir-se com o véu de Moisés, que se antes foi glorioso, mediante a vinda do Messias essa antiga glória foi nublada, mas não apagada. Jesus já havia revelado isso:

“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!  Eis que a vossa casa vos ficará deserta. Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!”.  Jesus, em Mateus, 23.37.

Jesus sabia que no julgamento de cartas marcadas que teria de enfrentar, brevemente, os judeus que o renegariam completamente, preferindo até votar pela liberdade de um criminoso ao invés de Jesus. De tanto ódio que os judeus fariseus e príncipes do templo mantinham de Jesus, o mesmo que os havia chamado de filhos do diabo. Pois  os acusavam falsamente de violar os sábados, de ter-se nomeado como Filho de Deus, de ter-se anunciado como o Messias tanto aguardado, chegaram a clamar pela sua execução, pela crucificação e, não satisfeitos, fizeram a imensa asneira de clamar maldições para eles próprios:

“Crucifica-o! Crucifica-o!  Que o seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos”. Mateus 27:25  O pior é que essa auto maldição sobreveio contra eles, segundo pediram, começando pela vingança romana nos anos 70, pela perseguição mundial por conta do ódio do papado romano contra eles, culminando com o holocausto pavorosa por conta do satânico Adolf Hitler. Mais detalhes em meu blog:


O Senhor Deus, por Isaías, já manifestava seu imenso desagrado por Israel, que só não foi por todo extinto para que por ele, pela tribo de Judá, a única preservada, Jesus viesse ao mundo:

Vejamos o desabafo de Deus contra seu próprio povo, em decorrência de constantes desobediências e transgressões:

Eis o desabado de Deus, aborrecido enormemente com os crassos pecados de Israel, repetidos frequentemente, por isso mesmo recusando os sacrifícios a ele, como também as festas de Lua Nova, e até mesmo a guarda do sábado:

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? -- diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue”.  Isaías, 1.11 a 15.

Evidentemente, essa declaração de Deus foi apenas um desabafo, copiado pelo apóstolo Paulo que também desabafou contra a teimosia do povo judeu que inda se agarrava às ordenanças antigas em torno dos sábados e das festas da Lua Nova, no episódio Colossenses 2:14 -16.

Bem, depois desse preâmbulo, no qual provamos biblicamente, que Paulo defendia até à morte as 10 Leis de Deus, o que resulta na exclusão total de qualquer possibilidade de ele, Paulo, pregar contra as 10 leis do Criador, mas sim de sujeitar-se totalmente a elas e de  nos induzir a ter isso como obrigação cristã, vamos ao mérito de 2 Coríntios, capítulo 3:

2 Coríntios 3:3 começa assim:

 "Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração”.

Tábuas de pedra e de carne são apenas metáforas para se comparar os dois Concertos: O Primeiro com Israel no Velho Testamento, e o Segundo com a Nova Mensagem de Deus concedendo, pelo Messias, a Redenção para a humanidade.

Concerto, nas Escrituras, significa o Senhor Deus Soberano pondo em prática uma Aliança com seu povo, pela qual ele determina a relação entre esse povo e ele próprio, exatamente para o nosso bem, ou seja, para viabilizar a Salvação na Eternidade, o que mais nos importa, pois esse Mundo é passageiro.

Vamos à Palavra Escrita, acima, sobre tábuas de carne no coração:  Vamos  à Hebreus, repetindo Ezequiel 11:19:

“Porque esta é a aliança que depois daqueles dias farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo”.  Hebreus 8:10.

No Novo Concerto, na Nova Mensagem, a Lei de Deus foi impressa não em pedra, mas em carne, ou seja: no coração dos cristãos e só isso prova que as Leis de Deus (O Decálogo) jamais serão abolidas, mesmo porque, sem leis específicas de procedimentos instituídas pelo Criador, o mundo, sem diretrizes divinas viraria um caos, cada um por si.


Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira. 

 Segundo as Escrituras, no Evangelho só pode participar do Novo Concerto aqueles que têm temor a Deus na guarda de seus Mandamentos, pondo em prática a OBEDIÊNCIA, a primeira condição para a Salvação, sendo que a segunda é a imprescindível vivência das boas obras por amor ao semelhante, como Jesus nos ensinou através do exemplo do Jovem Rico, em Marcos 10:17 e seguintes, como também na Parábola do Samaritano, também como na Parábola do Rico e Lázaro, sobretudo por Jesus em Mateus, 25:31 a 44, onde específica, direta e conclusivamente O Filho de Deus nos revela incondicionalmente a SALVAÇÃO PELAS BOAS OBRAS E A CONDENAÇÃO PELA FALTA DELAS. Portanto, as Leis das Rochas Sagradas de Deus. Que são Dez,  terão de permanecer para sempre nos corações dos cristãos, acompanhadas pelas boas obras por amor aos semelhantes, principalmente aos mais carentes. Ver detalhes em meus blogs:




"Eis que vem dias, diz o Senhor, em que fareis um Concerto Novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o Concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para tirar da terra do Egito; porquanto eles invalidaram o Meu Concerto, apesar de Eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o Concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor”. Jeremias 31:31 a 33.

'Porei as minhas leis no seu interior, e a escreverei no seu coração: e eu serei o seu Deus e eles serão meu povo”. Hebreus 8:10. Mais uma vez o Evangelho legitima o Decálogo.

O Evangelho repete diversas vezes que os homens serão julgados na Ressurreição da carne, no Grande Dia de Jesus, então, somente isso prova divinamente que as leis (10) são perpétuas, pois por elas seremos julgados. No Apocalipse 14:12 é revelado que pela guarda dos mandamentos de Deus seremos salvos. Detalhes em meu  blog:

http://segundoocriadoras10leissaoperpetuas.blogspot.com.br/    Se não abrir, copie o http e cole no navegador

Por isso mesmo, as revelações de 2 Coríntios, capítulo 3, absolutamente nada tem a ver com cancelamento da Lei de Deus, porque o próprio Paulo que escreveu, revela em Romanos, a impossibilidade da anulação de quaisquer das leis do Decálogo:

“Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei”.  Romanos 3:31.

 Em nenhuma hipótese, nenhuma das 10 leis de Deus pode ser anulada, pois os fariseus que batalham pela anulação das leis,  fundamentando-se erroneamente na Carta aos Gálatas, agem com hipocrisia apenas por não aceitarem as dificuldades da santificação dos sábados.  Não fosse o Quarto Mandamento, os tais fariseus modernos não se importariam com as demais nove leis.

Vamos a 2 Coríntios 3:7 A 9:

O Ministério da Morte e o Ministério da Condenação

O Antigo Concerto foi estabelecido nas seguintes condições:

"A alma que pecar, esta morrerá”.  Ezequiel 18:20.

O antigo Ministério da Morte, da Condenação e da Maldição não teve lugar no Evangelho da Graça de Jesus, pois Está Escrito, em Lucas 16:16, que só vigoraram até João (Batista), exatamente porque certas leis de Levítico tinham essas três características. Uma delas, a Lei Da Morte foi anulada por Jesus ao salvar e perdoar a mulher adúltera (João 8:3).  A lei da morte por desrespeitar os sábados Jesus também anulou ao revogar as ordenanças antigas, cargas pesadas, que cercavam os sábados, pois realmente escravizavam e até matavam, e o mais forte exemplo disso Está Escrito  em Marcos 2:28, onde Jesus, respondendo à irritação dos judeus que, vendo  permitiu que seus amigos colhessem espigas num sábado (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28

 Nesse preceito acima, Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum, seja por quem for!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 – maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

O Apostolo Paulo fez o mesmo em Colossenses 2:16 criticando os defensores das ordenanças retrógradas. Detalhes fundamentais no meu blog:

 http://colossenses2-116facildeentender.blogspot.com.br/  Se não abrir, copie o http e cole no navegador

Vamos à 2 Coríntios, capítulo 3:

Letra que mata

Algumas vezes eu brinco com os “anuladores das leis” que se a letra matasse, a Bíblia estaria morta e nós todos também, pois é completamente formada por letras e dentre elas estão as Encíclicas do próprio apóstolo Paulo que também estariam todas anuladas.

Na explanação anterior, já está explicado a colocação bíblica: a letra que mata, pois está intrínseca na Maldição da Morte e da Condenação, pois nas leis antigas que não tiveram lugar no Evangelho resultavam em Morte para os transgressores. No episódio do Monte Sinai, enquanto Moisés jejuava por 40 dias antes de receber as Rochas Sagradas das Leis de Deus, os hebreus israelitas, em parte, fizeram atos condenáveis, pois além de recolherem todo o ouro dos presentes e ousarem fabricar um bezerro de ouro e de o adorarem, praticaram diversos pecados, inclusive sexuais de amor livre, por isso mesmo foram executadas a mando do Senhor  23.000 pessoas num só dia.

“Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.  E não nos forniquemos, como alguns deles fizeram; e caíram num dia vinte e três mil”. 1 Coríntios 10:7 e 8.

Na Nova Mensagem de Deus à Humanidade, a função (ministério) da Lei continua, mas estando agora fundamentada  e entrelaçada necessariamente na lei da Graça e da justiça de Jesus Cristo, sob a ação divina do Espírito Santo no coração do pecador, o que resulta em arrependimento e ação por amor ao semelhante.

Vamos a 2 Coríntios 3:14

Foi abolido.

Como nenhuma das 10  Leis de Deus jamais poderá ser abolida, pois, para reforçar completamente como perpétuas, o próprio Filho de Deus  afirmou que podem ser destruídos os Céus e todo o Universo antes que quaisquer das leis sejam corrompidas em um só caractere (Mateus 25:31 a 34) AS LEIS SÃO ABOLUTAMENTE PERPÉTUAS e “IMEXÍVEIS” então. O próprio Paulo que tanto exaltou o Decálogo não se referia à sua abolição

"O Pecado é transgressão da Lei de Deus”. I João 3:4. E Paulo escreveu que sem as leis jamais se reconheceria o pecado. Romanos 7:7.

Vamos a 2 Coríntios 3:10:

Em glória.

Vamos começar pelo suntuoso, magnífico, espetacular e até assombroso evento Monte Sinai, o maior evento da Terra, sem considerarmos a Vinda do Messias:

“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19.

Qual o objetivo divino da magnífica exibição desse grandioso evento, que durou semanas sem interrupção,  senão o de chamar, de modo ostensivo, a atenção da Humanidade para a imensa importância da obediência fiel aos Dez Mandamentos do Monte Sinai, instituídos, promulgados e propagados de forma escrita nas Rochas Sagradas das Leis? Eu disse Humanidade, pois Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, assim revelados tanto no AT como na Nova Mensagem, tanto por Simão Pedro quanto pelo apóstolo Paulo e outros evangelistas.

O Monte Sinai foi envolvido pela GLÓRIA DE DEUS por várias semanas a fio, quando então seus anjos tocavam as trombetas cada vez mais alto. Essa glória imensurável produziu evidentes reflexos no rosto de Moisés, que teve de se cobrir com um véu, mas, se bem que se tornou importantíssimo o Monte Sinai, a Glória de Jesus superou essa grandeza.

A grande maioria dos cristãos não aceita a derrocada de Nove dos Mandamentos do Monte Sinai,  mas a favor de suas doutrinas e pela dificuldade da santificação do Quarto Mandamento, o do sábado solene, santo e abençoado, o consideram abolido.  Mas é fácil entender para quem estuda, confere, e principalmente raciocina sobre as Escrituras para concluir que o Senhor Deus do Monte Sinai jamais promulgaria e propagaria uma lei que só valesse para uma época, mesmo por que, sabendo ele o futuro - pois ele mesmo o cria -, já tinha conhecimento de que hoje os israelitas pelo mundo só têm pouco mais que 15 milhões de filhos (0,02% da Humanidade), então, na sua sabedoria, ele estava se dirigindo conclusivamente à Humanidade, aos mais de sete bilhões de viventes hoje, no início do século 21.

 Willian Carey Taylor, no livro OS DEZ MANDAMENTOS, pregou: "Seria uma bênção se cada púlpito do mundo trovejasse ao povo a voz divina do Decálogo, pois a lei é o aio para nos guiar a Cristo”.

2 Coríntios 3:13: 

"E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório”.

Veja que o véu foi colocado no rosto de Moisés, mas não nas Rochas Sagradas das Leis.

A Lei de Deus representa, indiscutivelmente e sinequanon  fato consumado em toda a Bíblia, e necessariamente confirmado por todos os  evangelistas bíblicos, inclusive pelo próprio Paulo, por muitas vezes, como estão colocados, cada verso, nesse presente escrito. Detalhes bem mais que completos em meu blog:

 http://otratadosobreasleisdedeus.blogspot.com.br/   Se não abrir, copie o http e cole no navegador

Portanto, todas essas provas bíblicas são fortes argumentos para se concluir que o que era transitório foi o reflexo de glória que ficou na face de Moisés, mas nada a ver com a “derrocada” das leis, pois se esse fosse o objetivo do apóstolo Paulo, todas as suas encíclicas e todo o Evangelho cairiam em descrédito.

 2 Coríntios 3:14 e 15:

 “Porque, até hoje, o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Concerto (nunca Velho Testamento), o qual por Cristo abolido; e até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles”. Traduzindo, o véu continua sobre todos aqueles que ainda não aceitaram a Jesus como o Messias  Libertador.  Jesus já reclamava da teimosia de uma parte dos judeus por não o aceitarem como o Enviado de Deus ao Mundo para viabilizar a salvação na Eternidade, culminando na abertura dos Portais do Reino de Deus no Grande Dia da Volta de Jesus, fechado à humanidade desde o pecado de Adão e Eva. Detalhes em meu blog:


Continuando ao final de 2 Coríntios capítulo 3:

Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido;

E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. O que foi abolido por Cristo foi o Véu e não o Antigo Testamento, haja visto que no momento de seu derradeiro suspiro, o Véu do Templo se rasgou de cima abaixo, o que representou a falência das leis retrógradas a favor da Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.  Mas nada a ver com liberdade das leis, mas liberdade das leis retrógradas que nos escravizariam e até nos matariam se pudessem ter vigorado no Evangelho do Amor.  Afinal, até a Liberdade tem suas próprias leis:

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera...”.  Tiago 1:25.

“Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará”.

O verso acima, em negrito, é um verdadeiro resumo de 2 Coríntios, capítulo 3, pois todo ele foi dirigido aos judeus que não aceitaram Jesus como o Messias de Deus, então, o véu que cobre o entendimento deles só será retirado quando o aceitarem como o Messias, Filho de Deus que redimiu a Humanidade!

“Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”.

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

2 Coríntios 3:2-18

Não podemos nos esquecer que o Decálogo será ressaltado de modo ostensivo e magnificamente no Grande Dia de Jesus, pois a Arca da Aliança será retirada do Santuário de Deus e exibida ao mundo inteiro, como também Moisés será coroado de glórias, pois os eleitos de Deus cantarão o Hino de Moisés. Apocalipse 15:3.

Tanto a Arca quanto Moisés tem tudo a ver com o Decálogo, não o Decálogo aleijado pela maioria dos evangélicos, mas o que contém TODAS AS LEIS DAS ROCHAS SAGRADAS, em cada til e em cada caractere, segundo Jesus Cristo em Mateus 5:17 a 37.

“Abriu-se, então, o Santuário de Deus, que se acha no Céu, e apareceu a Arca da Aliança, e sobrevieram relâmpagos, vozes, terremotos, trovões e grande saraivada”. Apocalipse, 11.19.

De tão importantes que são as Dez Leis, estão especialmente guardadas dentro do próprio Santuário de Deus e vai aparecer a todos os viventes na Vinda de Jesus, e a todos os povos desde Adão e Eva, conforme o Apocalipse. De tão importante que foi Moisés, ele foi o único profeta que vai ser honrado no Grande Dia de Jesus:

“...e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!”. Apocalipse, 15.3.

Então, mostrei e provei que as Dez Leis, todas elas, em cada letra e em cada caractere, inclusive a Lei do Sábado Santo e Abençoado que tem 433 caracteres, todas as leis do Decálogo têm características perpétuas e invioláveis até o Grande Dia da Volta de Jesus, que por elas seremos julgados como também pelas boas obras que realizarmos pelo amor dos semelhantes, principalmente dos mais carentes, tanto material, como espiritualmente, pois Está Escrito que aquele que tira um irmão do erro, apagará de si uma multidão de pecados:

“Sabei que aquele que converter a um pecador de seu caminho errado, salvará a sua alma da morte dele e cobrirá uma multidão de pecados”.  Tiago, 5.20.


Waldecy Antonio Simões   walasi@uol.com.br 

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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43